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out 11, 2018

Polícia pode prorrogar prazo de inquérito sobre agressões em creche de Tapira

O delegado de Polícia Civil de Cidade Gaúcha pode pedir mais prazo para prosseguir com as investigações sobre supostas agressões sofridas por crianças em uma creche no município de Tapira. Duas funcionárias do estabelecimento foram denunciadas e conselheiros tutelares também poderão ser ouvidos.

O delegado Lucas Magron, que coordena as investigações, informou na manhã desta quarta-feira (10), que o prazo regimental de 30 dias para a conclusão do inquérito está terminando. Ele afirma que poderá pedir a prorrogação, por mais 30 dias, para que possa encerrar as investigações e encaminhar os documentos que serão analisados pelo Ministério Público.

“Ao Ministério Público enviamos algumas oitivas, mas ainda estamos com as investigações em andamento. Também poderemos ouvir alguns conselheiros tutelares e estamos analisando o desfecho. Se acharmos necessário, poderemos pedir mais prazo para a conclusão do inquérito”, explica.

Magron ressalta que o caso segue em segredo moderado de justiça, com acesso liberado apenas aos policiais.

Relembre o caso

As agressões teriam acontecido em uma creche no distrito de Santa Felicidade, em Tapira (67 quilômetros de Umuarama), no final de agosto deste ano. A princípio, três crianças com idades que variam de 6 meses a quatro anos teriam sido as vítimas.

Em setembro, quando do início das invetigações, o delegado Magron explicou que as denunciantes revelaram as supostas agressões algumas semanas antes. “Foram várias mães que denunciaram duas funcionárias da creche”, contou, ressaltando que as vítimas seriam submetidas a acompanhamento de assistentes sociais e conselheiros tutelares.

“Nos casos em que crianças são vítimas, devem ser acompanhadas por equipes especializadas. Somente estes profissionais conseguem ouvi-las de uma forma mais adequada, com a finalidade de extrair informações a respeito dos fatos sugeridos no inquérito. Se necessário, posso solicitar um laudo psicossocial subscrito pelos profissionais, que inclusive tem valor probatório”, salientou Magron.

Até a manhã desta quarta-feira, ninguém havia sido preso, mas o inquérito continua em andamento. “Não há fotos ou imagens que comprovem as agressões, mas testemunhas serão ouvidas, entre elas funcionários da creche”.

 

fonte> noti-cia

 

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