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set 13, 2018

Novo período epidemiológico começa com 10 casos de dengue

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou, na terça-feira (11), o primeiro boletim do novo período  epidemiológico da dengue, que vai de agosto de 2018  a julho de 2019. O relatório aponta 10 casos  confirmados da doença em oito municípios e  586 notificações. A 13ª Regional de Saúde (RS) de
Cianorte não registrou casos de dengue nas últimas
seis semanas, apenas sete notificações.

Apenas quatro das 22 regionais de saúde não tiveram  casos suspeitos. São elas: 4ª RS de Irati, 6ª RS de  União da Vitória, 18ª RS de Cornélio Procópio e 21ª RS
de Telêmaco Borba. A 9ª RS de Foz do Iguaçu  registrou a maior quantidade de casos confirmados,  quatro. As regionais da Região Metropolitana de Curitiba (2ª) e de Londrina (17ª) confirmaram dois  casos cada.

BALANÇO

O período epidemiológico encerrado em 31 de julho contabilizou 992 casos de dengue e duas mortes em todo o estado, desde agosto de 2017. O número de notificações chegou a 21,6 mil. Na região de Cianorte, foram sete casos confirmados da doença.
Com os números, o estado voltou a acender o alerta para o combate ao mosquito Aedes aegypti depois de um período relativamente tranquilo. Entre agosto de
2016 e julho de 2017, foram 870 confirmações e não houve nenhuma morte.

OUTRAS DOENÇAS

O novo boletim não registrou casos confirmados de febre chikungunya e zika vírus, apenas algumas suspeitas em nove cidades paranaenses. No período epidemiológico encerrado em julho, foram contabilizados 60 casos de febre chikungunya e nenhum de zika vírus. O município mais acometido pela doença foi Palotina, com 22 registros. Na região de Cianorte não houve confirmações de nenhuma das enfermidades.
Entre 2016 e 2017, foram 73 confirmações de febre chikungunya, sendo duas na 13ª RS, e cinco de zika vírus.

ALERTA

O último Levantamento do Índice Rápido Aedes aegypti (LIRAa), divulgado pela Secretaria de Saúde de Cianorte no final de agosto, apontou que o risco de infestação do mosquito Aedes aegypti está controlado na cidade, com um índice de 0,5%. A pesquisa foi a primeira do ano com resultado abaixo do valor recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 1%.

Os agentes de endemias visitaram 1.541 imóveis e encontraram oito focos do mosquito. O maior percentual de infestação, segundo os dados do LIRAa, foi registrado no Residencial Parque das Nações, alcançando 3,0%, duas vezes mais que o máximo admitido pela OMS. Os locais de maior presença das larvas do mosquito foram os pratos de plantas (50%), seguidos por caixas d’água, ralos, pneus e garrafas pet.
A supervisora do Programa de Combate à Dengue da Prefeitura, Vera Fusisawa, afirma que os agentes tem conseguido fazer um bom trabalho diante do baixo número de focos encontrados. “Estamos conseguindo concluir as visitas a todas as regiões da cidade em dois meses. Nossa maior dificuldade é com os imóveis fechados, mas quando há denúncia ou suspeita de irregularidades temos feito o possível para entrar e
vistoriar”, disse.

Segundo ela, o período mais crítico é entre os meses de novembro e fevereiro, quando o tempo fica quente e úmido e o mosquito se reproduz facilmente. “Temos encontrado muito lixo acumulado nas casas, o que favorece o aparecimento de criadouros. Por isso, é importante manter o alerta para a limpeza dos quintais e não deixar água parada em calhas, vasos de plantas, lajes, entre outros.” (Com informações Assessoria
PMC)

fonte: tribuna de Cianorte

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